E o contra-regra também não resistiu... Vem aí o aniversário da Escola Secundária INÊS DE CASTRO...
domingo, 16 de outubro de 2005
domingo, 25 de setembro de 2005
Novidade III
Novidade II
O Contra-regra vai iniciar as suas actividades esta semana. O horário de funcionamento para 2005/2006 é o seguinte:
*ensaios parciais (a escolher 90' de entre estas possibilidades)
terças - 13:30-14:15
quartas - 11:50-13:20
sextas - 11:50-13:20
sextas - 13:30-14:15
*ensaio semanal de conjunto (obrigatório)
quintas - 16:40-18:30
*ensaios parciais (a escolher 90' de entre estas possibilidades)
terças - 13:30-14:15
quartas - 11:50-13:20
sextas - 11:50-13:20
sextas - 13:30-14:15
*ensaio semanal de conjunto (obrigatório)
quintas - 16:40-18:30
Novidade I
O Clube de Teatro da Escola Secundária Inês de Castro já tem nome próprio! Nasce assim o Contra-regra, que pretende venerar a milenar arte do teatro de uma forma criativa e inovadora.
Qualquer semelhança com o nome deste blogue não é pura coincidência...
Qualquer semelhança com o nome deste blogue não é pura coincidência...
segunda-feira, 19 de setembro de 2005
Convocatória
sexta-feira, 26 de agosto de 2005
quarta-feira, 27 de julho de 2005
Vamos ao teatro?
TEATRO: O crime de Laramie em cena no Porto
Domingo, 24 Julho 2005
A peça Laramie estreou-se ontem na Academia Contemporânea do Espectáculo (ACE), no Porto, sob a direcção dos conceituados Diogo Infante e Marco d"Almeida, mais conhecidos pelos seus trabalhos de intérpretes.
A acção da peça decorre na pequena cidade de Laramie, no Wyoming, EUA, e baseia-se na história verídica de Matthew Shepard, um jovem homossexual brutalmente espancado e abandonado à morte no deserto por dois rapazes seus conterrâneos. É o ponto de partida para uma análise sociológica dos crimes de ódio em pequenas comunidades, feita pelos finalistas da Escola de Teatro da ACE.
Diogo Infante assume a importância do episódio de Laramie por se tratar de "uma história que podia ter acontecido em qualquer lugar do mundo". Segundo o encenador, "o que aconteceu a Matthew Shepard acabou por ser um pretexto para sensibilizar as pessoas e discutir os crimes de ódio na nossa sociedade".
Encenada de uma forma que a aproxima de um trabalho documental adaptado ao teatro, a peça é uma reposição da ideia original de Moises Kaufman, intitulada The Laramie Project. O dramaturgo e a Tectonic Theatre Company instalaram-se durante um ano em Laramie, procurando "mergulhar" no universo que envolveu o crime convivendo e entrevistando os habitantes locais.
"Aparentemente, vivemos numa sociedade que se acha tolerante", diz Diogo Infante, justificando a relevância da peça no panorama português actual, "mas, por vezes, reagimos de forma violenta a determinadas situações. Nesse sentido, é possível estabelecer um paralelismo entre o que se passou nos EUA e a nossa sociedade". Marco d"Almeida reitera esta posição: "Depois do 11 de Setembro e da guerra do Iraque, queríamos fazer uma peça que tivesse a ver com a guerra. Laramie fala-nos do que leva alguém a odiar".
Falando do facto de estar no papel de encenador e não de actor, Diogo Infante diz: "É um papel que faço de vez em quando, e gosto muito. Agrada-me poder ajudar jovens actores a encontrarem o seu caminho, e é para isso que servem as escolas de teatro". Ambos os encenadores concordam, contudo, que dirigir um grupo de jovens se apresentou como um desafio, mas o resultado foi positivo: "Estamos contentes com o resultado. Foi muito estimulante trabalhar com jovens tão disponíveis e generosos".
Público OnLine (Portugal)
Quem quiser vir, na sexta, ver esta peça, avisa-me.
Domingo, 24 Julho 2005
A peça Laramie estreou-se ontem na Academia Contemporânea do Espectáculo (ACE), no Porto, sob a direcção dos conceituados Diogo Infante e Marco d"Almeida, mais conhecidos pelos seus trabalhos de intérpretes.
A acção da peça decorre na pequena cidade de Laramie, no Wyoming, EUA, e baseia-se na história verídica de Matthew Shepard, um jovem homossexual brutalmente espancado e abandonado à morte no deserto por dois rapazes seus conterrâneos. É o ponto de partida para uma análise sociológica dos crimes de ódio em pequenas comunidades, feita pelos finalistas da Escola de Teatro da ACE.
Diogo Infante assume a importância do episódio de Laramie por se tratar de "uma história que podia ter acontecido em qualquer lugar do mundo". Segundo o encenador, "o que aconteceu a Matthew Shepard acabou por ser um pretexto para sensibilizar as pessoas e discutir os crimes de ódio na nossa sociedade".
Encenada de uma forma que a aproxima de um trabalho documental adaptado ao teatro, a peça é uma reposição da ideia original de Moises Kaufman, intitulada The Laramie Project. O dramaturgo e a Tectonic Theatre Company instalaram-se durante um ano em Laramie, procurando "mergulhar" no universo que envolveu o crime convivendo e entrevistando os habitantes locais.
"Aparentemente, vivemos numa sociedade que se acha tolerante", diz Diogo Infante, justificando a relevância da peça no panorama português actual, "mas, por vezes, reagimos de forma violenta a determinadas situações. Nesse sentido, é possível estabelecer um paralelismo entre o que se passou nos EUA e a nossa sociedade". Marco d"Almeida reitera esta posição: "Depois do 11 de Setembro e da guerra do Iraque, queríamos fazer uma peça que tivesse a ver com a guerra. Laramie fala-nos do que leva alguém a odiar".
Falando do facto de estar no papel de encenador e não de actor, Diogo Infante diz: "É um papel que faço de vez em quando, e gosto muito. Agrada-me poder ajudar jovens actores a encontrarem o seu caminho, e é para isso que servem as escolas de teatro". Ambos os encenadores concordam, contudo, que dirigir um grupo de jovens se apresentou como um desafio, mas o resultado foi positivo: "Estamos contentes com o resultado. Foi muito estimulante trabalhar com jovens tão disponíveis e generosos".
Público OnLine (Portugal)
Quem quiser vir, na sexta, ver esta peça, avisa-me.
quarta-feira, 29 de junho de 2005
terça-feira, 28 de junho de 2005
quinta-feira, 16 de junho de 2005
terça-feira, 7 de junho de 2005
quarta-feira, 25 de maio de 2005
Grande Sarau de Encerramento do Ano Lectivo
Pois é. E o Clube de Teatro da nossa ESIC ia deixar passar em branco mais um final de ano lectivo? Nem por sombras! No próximo dia 3 de Junho, pelas 21 horas, na Associação Recreativa de Canidelo, irá realizar-se um Sarau Cultural que incluirá, claro, teatro, mas também música, dança e algumas surpresas.
Vamos despedir-nos em grande estilo!
Não faltem!
Vamos despedir-nos em grande estilo!
Não faltem!
terça-feira, 24 de maio de 2005
Teatro
Ler
Escolher
Escrever
Adaptar
Procurar a cena perfeita
Repetir
Repetir
Corrigir
Repetir
Encontrar o olhar perfeito
Encontrar o gesto perfeito
Cansaços
Discussões
Choro
Desilusões
Encontros
Revelações
Tantas as emoções
...
Finalmente o dia
Um friozinho no estômago
Um brilho diferente no olhar
Caracterização
Transformação
Bastidores
Confusão
Luz apaga
Coração dispara
Cortina a abrir
Abrem as asas
Soltam-se amarras
Voam estrelas
...
Soam aplausos
...
Vertem-se lágrimas
Esquecem-se cansaços
Esquecem-se atritos
Distribuem-se abraços
Fazem-se juras
De almas nuas
Guarda-se o momento
Bem fundo cá dentro.
Escola Secundária Inês de Castro, 24 de Maio de 2005
Escolher
Escrever
Adaptar
Procurar a cena perfeita
Repetir
Repetir
Corrigir
Repetir
Encontrar o olhar perfeito
Encontrar o gesto perfeito
Cansaços
Discussões
Choro
Desilusões
Encontros
Revelações
Tantas as emoções
...
Finalmente o dia
Um friozinho no estômago
Um brilho diferente no olhar
Caracterização
Transformação
Bastidores
Confusão
Luz apaga
Coração dispara
Cortina a abrir
Abrem as asas
Soltam-se amarras
Voam estrelas
...
Soam aplausos
...
Vertem-se lágrimas
Esquecem-se cansaços
Esquecem-se atritos
Distribuem-se abraços
Fazem-se juras
De almas nuas
Guarda-se o momento
Bem fundo cá dentro.
Escola Secundária Inês de Castro, 24 de Maio de 2005
sexta-feira, 20 de maio de 2005
quarta-feira, 18 de maio de 2005
Série "Poemas que deixam marcas" I
Curiosidades Estéticas (António Botto)
O mais importante na vida
É ser-se criador – criar beleza.
Para isso,
É necessário pressenti-la
Aonde os nossos olhos não a virem.
Eu creio que sonhar o impossível
É como que ouvir uma voz de alguma coisa
Que pede existência e que nos chama de longe.
Sim, o mais importante na vida
É ser-se criador.
E para o impossível
Só devemos caminhar de olhos fechados
Como a fé e como o amor.
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